- Tá, amore... Já disse que sim. - Ela disse usando um dos mais distantes sorrisos do seu arsenal de charmes. - Tem certeza, né? - Ele julgou necessário uma reconfirmação. - Homem... - Ela soltou a sua mão de forma a se expressar melhor. - Eu não sei exatamente como te falar isso, mas não tem nada acontecendo. Não tem nada de errado... Não existe nada me perturbando nem me tirando o sono, e isso não é nenhum exagero de nenhuma forma. Nesse momento em que a gente tá agora, aqui de baixo dessa árvore, nessa mesa, nesse restaurante, não existe sequer uma única fagulha de insatisfação que possa estar me incomodando nem que remotamente. Não tem nada de suspeito passando pela minha cabeça, nem nada de incômodo me atormentando o pensamento, que aliás é única e exclusivamente teu, desde o comecinho da ideia até o ato de execução. Nada tá me chateando. Nada tá afetando. Eu realmente apenas tô cansadinha... O dia foi puxado, e eu tô com muita preguiça. Só isso. - Só isso...? - Ele disse. - Somen...